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	<title>Comentários sobre: O país em que se aplaude o infrator</title>
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	<description>comunicação, cultura e jornalismo 2.0</description>
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		<title>Por: Diogo</title>
		<link>http://eduardonunes.org/2009/09/22/o-pais-em-que-se-aplaude-o-infrator/comment-page-1/#comment-76</link>
		<dc:creator>Diogo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 22:39:40 +0000</pubDate>
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		<description>É evidente que o &quot;só matando&quot; que eu disse não foi sério. Aliás, foi só uma sujestão que me deram enquanto postava o comentário - né, Dudu?.

Matar - por mais que às vezes isso até pareça pouco - não é a solução. Concordo com o Eduardo quando ele diz que o delito deve ser encarado como delito e que deve-se aplicar a punição correta a ele. 

Aplicar a medida socioeducativa apropriada é o correto a se fazer, e é justamente esse o ponto a que me refiro quando digo que não estamos dispostos - ou não somo capazes - de lutar contra a doença. A discordância entre quais são as medidas corretas é que nos afundam ainda mais nessa fossa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É evidente que o &#8220;só matando&#8221; que eu disse não foi sério. Aliás, foi só uma sujestão que me deram enquanto postava o comentário &#8211; né, Dudu?.</p>
<p>Matar &#8211; por mais que às vezes isso até pareça pouco &#8211; não é a solução. Concordo com o Eduardo quando ele diz que o delito deve ser encarado como delito e que deve-se aplicar a punição correta a ele. </p>
<p>Aplicar a medida socioeducativa apropriada é o correto a se fazer, e é justamente esse o ponto a que me refiro quando digo que não estamos dispostos &#8211; ou não somo capazes &#8211; de lutar contra a doença. A discordância entre quais são as medidas corretas é que nos afundam ainda mais nessa fossa.</p>
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		<title>Por: Eduardo Nunes</title>
		<link>http://eduardonunes.org/2009/09/22/o-pais-em-que-se-aplaude-o-infrator/comment-page-1/#comment-71</link>
		<dc:creator>Eduardo Nunes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 04:04:59 +0000</pubDate>
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		<description>Cara, o que temos que fazer é, em primeiro lugar, tratar delitos e crimes como delitos e crimes: algo inaceitável e passível de punição - tanto os cometidos pelo joão ninguém quanto os praticados pelos políticos e milionários.

Aplique-se a medida socioeducativa apropriada, como, por exemplo, a adotada pela professora de Viamão: pintar a parede vandalizada.

O que não se pode é reproduzir o ambiente de permissividade que se instalou por aqui como resistência à antiga ordem ditatorial pré-1985.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara, o que temos que fazer é, em primeiro lugar, tratar delitos e crimes como delitos e crimes: algo inaceitável e passível de punição &#8211; tanto os cometidos pelo joão ninguém quanto os praticados pelos políticos e milionários.</p>
<p>Aplique-se a medida socioeducativa apropriada, como, por exemplo, a adotada pela professora de Viamão: pintar a parede vandalizada.</p>
<p>O que não se pode é reproduzir o ambiente de permissividade que se instalou por aqui como resistência à antiga ordem ditatorial pré-1985.</p>
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	</item>
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		<title>Por: Demétrio Pereira</title>
		<link>http://eduardonunes.org/2009/09/22/o-pais-em-que-se-aplaude-o-infrator/comment-page-1/#comment-69</link>
		<dc:creator>Demétrio Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 03:04:12 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Só matando!&quot;? Como assim?

Concordo com muita coisa aqui, especialmente no que se refere a eximir por completo a culpa de quem já faz merda desde cedo. Mas tu, Edu, que convives com o problema diariamente, deves saber que aplicar uma lei rigorosa não muda o cenário. Nossas periferias são fábricas de delinquentes. O que fazer? Prender todos? MATAR todos?

Penso que parte desse olhar relativista apregoado pela academia - o qual repudio, mas não por completo - se justifica por lembrar que somos parte do problema, porque somos peças da mesma máquina que cria empreendedores e blogueiros aqui e delinquentes lá.

Mais uma vez: concordo que não deve ser feita vista grossa. A cobertura jornalística desse caso pode se tornar um desserviço, porque pode incentivar o aluno a fazer mais do que já vinha fazendo: desrespeitar o outro e o que é do outro. Mas não é apenas via violência estatal - embora ela faça, sim, parte da solução - que se resolve um problema social.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Só matando!&#8221;? Como assim?</p>
<p>Concordo com muita coisa aqui, especialmente no que se refere a eximir por completo a culpa de quem já faz merda desde cedo. Mas tu, Edu, que convives com o problema diariamente, deves saber que aplicar uma lei rigorosa não muda o cenário. Nossas periferias são fábricas de delinquentes. O que fazer? Prender todos? MATAR todos?</p>
<p>Penso que parte desse olhar relativista apregoado pela academia &#8211; o qual repudio, mas não por completo &#8211; se justifica por lembrar que somos parte do problema, porque somos peças da mesma máquina que cria empreendedores e blogueiros aqui e delinquentes lá.</p>
<p>Mais uma vez: concordo que não deve ser feita vista grossa. A cobertura jornalística desse caso pode se tornar um desserviço, porque pode incentivar o aluno a fazer mais do que já vinha fazendo: desrespeitar o outro e o que é do outro. Mas não é apenas via violência estatal &#8211; embora ela faça, sim, parte da solução &#8211; que se resolve um problema social.</p>
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	<item>
		<title>Por: Diogo</title>
		<link>http://eduardonunes.org/2009/09/22/o-pais-em-que-se-aplaude-o-infrator/comment-page-1/#comment-68</link>
		<dc:creator>Diogo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 01:29:46 +0000</pubDate>
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		<description>O diagnóstico é terrível, o prognóstico é catastrófico. E isso não é só uma questão de educação, é uma questão de cultura, é um câncer generalizado em uma nação sem a mínima disposição para lutar contra a doença.

A gente sabe que está fodido quando acreditar em uma pequena melhora - por menor que seja ela - nos parece utópico demais.

Só matando!

p.s. já era hora de atualizar essa bagaça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico é terrível, o prognóstico é catastrófico. E isso não é só uma questão de educação, é uma questão de cultura, é um câncer generalizado em uma nação sem a mínima disposição para lutar contra a doença.</p>
<p>A gente sabe que está fodido quando acreditar em uma pequena melhora &#8211; por menor que seja ela &#8211; nos parece utópico demais.</p>
<p>Só matando!</p>
<p>p.s. já era hora de atualizar essa bagaça.</p>
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		<title>Por: Fabiana Hendler da Luz</title>
		<link>http://eduardonunes.org/2009/09/22/o-pais-em-que-se-aplaude-o-infrator/comment-page-1/#comment-67</link>
		<dc:creator>Fabiana Hendler da Luz</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:17:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://eduardonunes.org/?p=202#comment-67</guid>
		<description>Tens razão, meu estimado amigo!!! Por essas atitudes permissivas dos pais que as unidades da Faseestão superlotadas!!! Começa aí...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tens razão, meu estimado amigo!!! Por essas atitudes permissivas dos pais que as unidades da Faseestão superlotadas!!! Começa aí&#8230;</p>
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