E se o Sauron fosse CEO do Google?
Ideia para roteiro de ficção científica:
Um dia, um Senhor do Mal descobre um jeito bem legal de ferrar a humanidade: criar um serviço online que conecte todos os computadores do mundo (e, por extensão, os seus usuários) a um único plugue.
Ele começa oferecendo um eficiente site de buscas, turbinado por um algoritmo poderoso. A popularidade desse site permite ao Senhor do Mal lançar, paulatinamente, várias outras ferramentas gratuitas e de grande sucesso: e-mail, redes sociais, álbuns de fotos online, agregadores de vídeos, editores de textos e planilhas, discos rígidos virtuais, browser, plataformas de blogs, serviço de mapas e fotos de satélite da Terra, sistemas operacionais para telefones celulares.
No estágio final do plano, toda a humanidade está, de um jeito ou de outro, presa aos servidores do Senhor do Mal por um cordão umbilical de fibra ótica. Os textos, planilhas, apresentações, fotos, vídeos, redes de contatos, recados, cantadas, notícias, desejos, preferências, hábitos e costumes de todas as pessoas estão todos bem guardados pelo vilão e ao alcance de um único botão de “desliga”.
Aqui, há mais de uma solução possível:
1) O Senhor do Mal é do tipo cataclísmico e explodirá os próprios servidores, acabando com metade das vidas de todas as pessoas que usam a internet.
2) Trata-se de um vilão mais fleumático e sádico, que saberá usar todas as informações de que dispõe para extorquir, chantagear, torturar e se divertir muito.
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(É claro que tudo isso não passa de ficção, que os caras do Google são legais e que nunca nenhum chefe da empresa vai pensar em usar assim todo o poder que tem em mãos. Sejamos otimistas.)







