A morte de um secretário de Saúde é coisa séria, principalmente quando se trata de assassinato. E a cobertura um fato de tal magnitude é sempre um desafio para a imprensa.
O jornalismo online, diferente do impresso, não tem deadlines nem prazos. As informaçõess podem ser publicada quase ao mesmo tempo em que são apuradas.
Há várias maneiras de se fazer uma cobertura “minuto-a-minuto”. No caso do assassinato de Eliseu Santos, titular da pasta da Saúde de Porto Alegre, a Zerohora.comoptou, pelo menos no início, pela seguinte ferramenta de atualização:
Ao clicar na chamada “Confira a cobertura em tempo real”, o leitor era remetido para o Twitter da jornalista Rosane Oliveira:
Posso ser suspeito para falar, pois sou um fã confesso do passarinho azul, mas a grande vantagem do Twitter sobre outras ferramentas usadas em coberturas ao vivo é que ele é mais do que um fórum pontual ou que um amontoado de informação se sobrepondo em ordem cronológica – é uma rede social viva e conectada com (virtualmente) infinitos pontos de interação.
Já era tempo de esse “poder de fogo” começar a ser usado de maneira inteligente pela grande imprensa.